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sábado, 2 de fevereiro de 2013

Lançado portal que vai ajudar gestão das redes municipais de educação



As mais de 5,5 mil secretarias municipais de Educação do país contam agora com uma ferramenta virtual para apoiá-las a aprimorar a gestão, o portal Conviva Educação, lançado hoje (31) em Brasília por um conjunto de 11 instituições. O ambiente virtual agrupa informações para os gestores de educação de acordo com três eixos: gestão, formação e fórum.

Cada Secretaria de Educação poderá cadastrar dez usuários que terão acesso a conteúdos com orientação sobre temas como alimentação e transporte escolar, material pedagógico, serviços públicos e gestão orçamentária e suprimentos. Os usuários poderão inserir dados sobre seu município e obter relatórios com diagnóstico para auxiliar na construção de planos de ação.
“O Conviva dará uma amplitude ao que é gestão de educação e ao dia a dia dessa gestão, para fazer com que se alcance a qualidade na educação pública”, explicou a presidenta da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e secretária municipal de Educação de São Bernardo do Campo (SP), Cleuza Repulho.
Para Cleuza, a iniciativa também é importante para apoiar os prefeitos que estão iniciando agora a administração. “Os municípios tiveram um índice de renovação dos prefeitos de 70% nas últimas eleições, então, gestores que nunca trabalharam com gestão pública na área de educação assumiram os cargos”, explicou.
site tem também espaço para um fórum de discussões e, em uma segunda etapa, vai oferecer cursos. Os secretários estaduais de Educação também podem se inscrever no site, embora os conteúdos estejam mais direcionados para a gestão municipal. A administração do Conviva é da Undime e o endereço eletrônico é www.convivaeducacao.org.br.
Para a secretária municipal de Educação de Colinas (TO), Odaléa Sarmento, a informação é fundamental para o bom planejamento das ações educacionais. “Precisamos muito da informação para que consigamos pôr em prática o planejamento. Minha expectativa com o Conviva é conseguir inserir minhas dúvidas e ter um retorno dessa comunicação em rede”.


Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil

Com informações do Blog do Professor Ivanilson

MEC terá R$ 80 mi para programas e projetos de extensão



O Ministério da Educação (MEC) disponibilizará aproximadamente R$ 80 milhões para o financiamento de programas e projetos de extensão universitária. De acordo com o portal da pasta, as instituições públicas de educação superior têm até 22 de março para apresentar propostas de atividades de extensão. Pelo Programa de Extensão Universitária (Proext), as instituições de ensino poderão concorrer a um financiamento de até R$ 50 mil por projeto e de até R$ 150 mil por programa.
Podem apresentar propostas universidades públicas federais, estaduais e municipais, institutos federais de educação, ciência e tecnologia e centros federais de educação tecnológica.

De acordo com o edital, para concorrer, deverão ser apresentadas propostas que se relacionem com as atuais políticas públicas e que envolvam estudantes de graduação regularmente matriculados nas instituições. As atividades estudantis de extensão deverão obrigatoriamente estar vinculadas a um curso específico e serem acompanhadas por pelo menos um professor.
Após a avaliação das propostas, o resultado será divulgado até 12 de maio próximo, quando será aberto prazo para recursos. A avaliação dos recursos vai até 7 de junho. O resultado final sai no dia 21 de junho. O edital Proext deve ser publicado no Diário Oficial da União nos próximos dias.
Agência Brasil

Com informações do Blog do Professor Ivanilson

"Games ensinam mais rápido que qualquer método", diz criador da Atari


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O criador da empresa pioneira de games Atari, Nolan Bushnell, lotou a Arena da Campus Party na noite desta quarta-feira para falar sobre a relação entre games e educação, além de contar histórias de sua relação com Steve Jobs, de quem foi o primeiro e único chefe na década de 70. CEO e fundador de uma empresa que une aprendizado e jogos educativos, a Brainrush, ele foi categórico: "os videogames ensinam mais rápido que qualquer outro método de ensino".

"É ciência, estudantes que aprendem com games 40 minutos por dia aprende 10 vezes melhor", disse. "Em cinco anos, o ensino será 10 vezes mais rápido", afirmou. Segundo ele, após 20 minutos, apenas 25% dos alunos continuam prestando atenção. E isso pode mudar com os games. "Os games são viciantes porque são máquinas de felicidade. Você se sente realmente feliz quando passa de fase", disse.
Solicito com o público da Campus Party, passou todo o tempo entre o momento que chegou à Arena e o que subiu ao palco distribuindo autógrafos e tirando fotos. "Amo o Brasil. Vocês são ótimos", disse. "Estou tão feliz de estar no Brasil, que festa legal!"
A relação com Steve Jobs
Grande parte da palestra foi dedicada a contar a história da relação entre a Atari, Bushnel e Jobs. Depois de fazer um rápido panorama sobre a história dos games, Bushnell levou os participantes às gargalhadas ao fazer uma confissão. "Eu tinha um bom amigo, um funcionário, o Steve Jobs, que me ofereceu um terço da Apple por US$ 50 mil. E eu disse não. Não se acerta sempre."
Jobs foi programador da Atari em 1976. Lá, deveria programar o jogo Brakout, tarefa que terceirizou ao colega Steve Wozniak, com quem fundou a Apple. "Woz nunca foi meu funcionário. Eu tinha dois empregados pelo preço de um", se diverte Bushnell.
Bushnell contou o que acredita ter sido a causa do sucesso da Apple, comandada por Steve Jobs e Steve Wozniak. "Os dois tinham um grande senso de brincar, de entusiasmo", afirmou, e deu aos campuseiros um conselho. "Quando você começar a pensar no que fazer da vida, nunca, nunca, nunca cresça. É o prego da morte para a criatividade. Sempre esteja um pouco sem equilíbiro, um pouco louco e procurando diversão", disse.
Campus Party Brasil 2013
A sexta edição da Campus Party Brasil, uma das maiores festas de inovação, tecnologia e cultura digital do mundo, acontece entre 28 de janeiro e 3 de fevereiro no Anhembi Parque, em São Paulo. Na Arena do evento, 8 mil pessoas têm acesso à internet de alta velocidade e a mais de 500 horas de palestras, oficinas e workshops em 18 temáticas, que vão desde mídias sociais e empreendedorismo até robótica e biotecnologia. Cinco mil desses campuseiros passam a semana acampados no local.
A 6ª edição traz ao Brasil nomes como o astronauta Buzz Aldrin, um dos primeiros homens a pisar na Lua, e o fundador da Atari, Nolan Bushnell. Em sua sexta edição em São Paulo, a Campus Party também teve no ano passado a primeira edição em Recife (PE). O evento acontece ainda em países como Colômbia, Estados Unidos, México, Equador e Espanha, onde nasceu em 1997.
Nas edições brasileiras anteriores, o evento trouxe ao País nomes como Tim Berners-Lee, o criador da Web; Kevin Mitnick, um dos mais famosos hackers do mundo; Al Gore, ex-vice-presidente dos Estados Unidos; Steve Wozniak, que fundou a Apple ao lado de Steve Jobs; e Kul Wadhwa, diretor-geral da fundação Wikimedia,que mantém a Wikipédia.
Terra cobre o evento direto do Anhembi Parque e, além do canal especial Campus Party Brasil 2013, os internautas podem acompanhar as novidades pelo blog Direto da Campus. Para seguir a festa pelo Twitter, basta acompanhar a hashtag oficial do evento, #cpbr6.
Campus Party 2013
Terra

Com informações do Blog do Professor Ivanilson

Com tablets, mas sem professores



Na Etiópia, crianças que nunca tiveram contato com nenhuma palavra tentam aprender usando tablets, mas sem a ajuda de um professorCom mais de 100 milhões de crianças sem acesso à escola, a One Laptop per Child, organização voltada à educação que leva laptops e tablets para países em desenvolvimento, executou um experimento polêmico na Etiópia. A iniciativa, que contou com o uso de tablets movidos a energia solar, foi implantada com o objetivo de observar se crianças analfabetas, sem exposição prévia a palavras, são capazes de aprender a ler sozinhas experimentando os aplicativos, jogos, e-books e desenhos animados. Mas como sozinhas? Exatamente isso. O material foi entregue sem nenhuma instrução ou auxílio de professores.

A experiência foi realizada com cerca de 40 crianças em duas vilas rurais isoladas, a 250 km da capital Adis Abeba. Uma das aldeias, chamada de Wonchi, fica na borda de uma cratera vulcânica, numa altitude de mais de 3.000 metros. De acordo com Nicholas Negroponte, fundador da One Laptop per Child, as crianças que receberam o tablet – que nunca haviam visto nem sequer um material impresso, como sinais de trânsito ou embalagens –, levaram cerca de quatro minutos para descobrir como abrir as caixas e ligar os dispositivos. “Eu pensei que eles fossem brincar com as caixas. Dentro de duas semanas, eles estavam cantando canções do alfabeto pela aldeia e em cinco meses já haviam invadido o sistema operacional”, disse Negroponte em entrevista ao Technology Review.
 
Em apenas duas semanas, eles descobriram como burlar o sistema para ativar a função de câmera e personalizar a área de trabalho. Já na terceira semana, cada criança usava 47 aplicativos todos os dias. “As crianças tinham personalizado totalmente a área de trabalho. Nós havíamos instalado um software para impedi-los de fazer isso”, disse Ed McNierney, diretor de tecnologia da organização.
Um técnico visitou as aldeias uma vez por semana para trocar os cartões de memória para que os pesquisadores pudessem estudar como foram utilizados. Depois de sete meses, além de dominar completamente a utilização e a recarga dos aparelhos, algumas das crianças conseguiam até mesmo recitar palavras. Um dos garotos, exposto a um jogo de alfabetização com imagens de animais, abriu um programa de pintura e escreveu a palavra “leão”, por exemplo. “Se eles podem aprender a ler, então eles podem ler para aprender”, diz Negroponte. Veja vídeo gravado durante o experimento.

A pesquisa lembra um outro estudo que ficou bem famoso e ajudou em pesquisas educacionais, o do indiano Sugatra Mitra, que deixou computadores em 1999 em uma aldeia indiana sem nenhum tipo de instrução. Ao voltar, tempos depois, encontrou crianças e jovens manipulando o equipamento sem dificuldades. Apesar da semelhança e dos achados positivos, a pesquisa vem sendo questionada. “Independentemente do sucesso do projeto, o conceito vai contra alguns dos lemas dos defensores da ed-tech, como o fato de que tecnologia é apenas uma ferramenta que deve ser incorporada de maneira racional e com a instrução de um profissional”, afirma Katie Ash, articulista especializada em educação na EdWeek. McNierney, no entanto, rebate. “O que podemos fazer por estes 100 milhões de crianças em todo o mundo que não vão para a escola?”, questiona. ”Podemos dar-lhes ferramentas para ler e aprender, sem ter que fornecer escolas, professores, livros didáticos e tudo isso?” E você, o que acha?

Por Edweek e Technology Review.

Com informações do Blog do Professor Ivanilson

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Brasil e Chile firmam acordo educacional



Brasil e Chile assinaram no último sábado, dia 26, uma proposta de entendimento para cooperação educacional. O acordo, firmado entre os ministros da Educação dos dois países, Aloizio Mercadante e Harald Beyer Burgos, estabelece áreas prioritárias para o desenvolvimento conjunto, com ênfase nos programas de pós-graduação, educação superior, educação profissional e tecnológica, educação básica, indicadores e avaliação educacional, educação a distância e inclusão digital. Este é o primeiro documento firmado entre os dois países sobre o tema.

A cooperação pode ainda incluir ações nos campos de intercâmbio e aperfeiçoamento de professores, pesquisadores, estudantes e gestores educacionais; realização de seminários e eventos; estabelecimento de consórcio binacional de universidades, institutos binacionais de pesquisa e doutorado; políticas comuns de credenciamento de cursos com vistas à convalidação de títulos e diplomas; elaboração de projetos de cooperação técnica e investigação científica e intercâmbio de bibliotecas e material didático.
O encontro entre os ministros fez parte da agenda da comitiva da presidenta da República, Dilma Rousseff, em visita ao Chile.
Por Terra

Com informações do Blog do Professor Ivanilson