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sábado, 22 de dezembro de 2012

Dilma: educação de qualidade é prioridade do governo para 2013



A presidente Dilma Rousseff  disse que a educação de qualidade é uma de suas prioridades no governo para 2013. Segundo ela, todo o dinheiro do projeto de distribuição dos royalties do petróleo deveria ser destinado à Educação. Para Dilma, os rendimentos do pré-sal serão investidos nessa área. A presidente fez a declaração durante um discurso, na manhã de hoje, em Palmas-TO, em cerimônia de formatura de estudantes do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico (Pronatec) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).

A presidente disse que a meta até 2014 oferecer oportunidades de formação profissional gratuita a oito milhões de estudantes em todo Pais, com 39 mil vagas são para o Tocantins. "Tenho muito orgulho de estar aqui com os mais 4 mil alunos, pois todos eles têm entre 16 e 18 anos e a gente sabe o que é o inicio da vida. Por isso eu fico muito feliz em saber que nós temos aqui uma vida exito. Sabemos também que isso é o Brasil moderno, porque nós estamos fazendo cursos para agricultura", frisou.
Afirmando ainda que o Pronatec é um dos melhores programas de seu governo. "Esse programa tem pouco mais de um ano e nesse um ano e meio nós alcançamos mais de 2 milhões de jovens”. Para o Pronatec Rural serão dez mil novas vagas destinadas ao estado. Nesse ano foram atendidos 25 mil jovens em todo país. A meta é que em 2013, sejam 50 mil, conforme a presidente. A primeira visita da presidente ao Tocantins foi para entregar certificados a cinco mil formandos da primeira turma do programa.
O governador do Tocantins, Siqueira Campos (PSDB), citou que a Educação é uma forte aliada no combate à criminalidade e ainda disse estar feliz com a parceria no programa. "Estamos felizes com sua presença, bem vinda à terra do desenvolvimento", completou.
O estudante da zona rural do município de Pedro Afonso, Samuel Mota, 17 anos, recebeu o certificado pelo curso de Bovinocultura e afirmou estar satisfeito com os conhecimentos adquiridos no curso, os quais poderão ser aplicados no seu dia a dia. “Posso desenvolver o que aprendi lá na fazenda e sei que isso ajudará muito em nossas atividades”. Mota ainda confessou estar emocionado com a certificação. “Receber esse diploma da mulher mais importante do país me deixou bastante feliz”.
Programa
Por meio do programa Brasil Profissionalizado, criado para fortalecer as redes estaduais de educação profissional e tecnológica, foram firmados convênios, até o fim deste ano, de R$ 35,26 milhões para execução de obras e aquisição de recursos pedagógicos no Tocantins. Outros R$ 4,7 milhões são aplicados na construção de 48 laboratórios, que serão entregues em 2013. O governo federal também repassou recursos para a ampliação e reforma de dez escolas municipais. 
Terra

Com informações do Blog do Professor Ivanilson

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

OPINIÃO: A tecnologia não muda os valores que devemos ensinar


Imagem: sxc.hu
Por Talita Moretto
Nova década inicia e um surto tecnológico toma conta dos bancos escolares. É a tecnologia, que antes vista somente na vida social como arte para o entretenimento e bem estar, a partir dos anos 2000 começa a ficar mais evidente nos bancos escolares. Professores ganham novas preocupações que extrapolam o corrigir os cadernos manuscritos dos alunos, as provas subjetivas, os trabalhos pesquisados na biblioteca. Surgem as tais redes sociais e, junto com elas, a mobilidade; as relações com as máquinas ficam mais próximas e que pânico, o que fazer agora?
Mas isso não é nada, de repente começam a aparecer pesquisas que apontam que a maioria dos jovens esconde as suas atividades na web, que a pirataria cresce pela facilidade de baixar filmes e músicas da Internet, que o plágio se intensifica pela técnica rápida do Copiar e Colar, que o bullying migra para o cyber espaço. Pensamos: nossos filhos estão desprotegidos, nossos alunos perderam o foco.
Antes de continuar, acho oportuno esclarecer algo. As “redes sociais” não surgiram com o Orkut ou Facebook, não são frutos da tecnologia ou do mundo virtual. Elas sempre existiram. Formar “redes sociais” é natural em uma comunidade, ou seja, sempre vivemos em nossas redes sociais. O que aconteceu com a chegada dessas “mídias digitais” (o que realmente são) é que elas intensificaram as relações pessoais, justamente por quebrarem fronteiras físicas. Assim, as pessoas migraram suas redes para o mundo virtual, para as plataformas digitais, por isso chamamos Facebook de “mídia social”. Ficou mais claro?
Eu sou jovem e talvez o que eu diga possa não estar de acordo com a maioria dos preceitos, mas eu percebo que a tecnologia está em todas as inovações que presenciamos, só não admitimos isso. Se escrevíamos com lápis e hoje temos caneta, é a evolução tecnológica no escrever; se escrevemos com caneta e hoje temos teclado, é a evolução tecnológica de escrever; mas, se eu quero escrever com lápis mesmo tendo tanta tecnologia nova, é a opção que eu fiz para melhor escrever.
Usar as “novas tecnologias” na educação não é abrir mão do que funciona, do que é conhecido, é optar por um novo modelo de passar o mesmo conhecimento. O ato de ensinar não muda, o que muda são os caminhos que estarão disponíveis para o jovem aprender o que lhe é ensinado.
Um exemplo bem sucedido está no vídeo “Tecnologia na Educação: Monitoria Tecnológica no CIEP Adão Pereira Nunes” (se não existisse Youtube eu não teria acesso a este vídeo, nem vocês que leem este artigo). Uma escola descobriu como adequar-se à vontade dos alunos em utilizar as mídias sociais sem perder o rumo do estudo. Assistam!
O Facebook é uma ótima ferramenta para criar grupos de discussão. Gratuita e prática, ela permite ao professor estar próximo de seus alunos em bate-papos monitorados na rede, bem produtivos por sinal. Mas é necessário conhecer o Facebook antes de criar os grupos. É possível também conduzir pesquisas riquíssimas na Internet utilizando uma prática bem simples e divertida: a WebQuest. É um questionário online que pode ser feito através de uma gincana, por exemplo, onde os alunos são guiados em um tour por sites confiáveis, onde, em grupos, ele precisam achar as respostas para as perguntas colocadas pelos professores. Mas estes precisam conhecer os sites antes de aplicar o questionário. Quando o professor sente que seu trabalho não está sendo visto, que fica apenas entre quatro paredes de uma sala de aula, a Internet, mais uma vez, pode ser sua melhor amiga. Basta criar um blog (existem muitas plataformas gratuitas) e divulgar o que você anda fazendo de legal com seus alunos, estimulando que eles também façam isso. Uma dica: o Blog Função Coruja (fujaenoiz.blogspot.com.br). Pasmem: criado por uma professora de Matemática (não errei não, ela é das exatas mesmo, nada de língua portuguesa) que adora produção textual e envolve todos os alunos na divulgação de informações (notícias) sobre a escola e o bairro. Mas ela pesquisou o que era blog e aprendeu a mexer na ferramenta antes de começar a postar.
A minha visão diante da tecnologia é que ela não mudou os valores pretendidos um uma sociedade. Acredito que os pais continuam sendo os responsáveis por educar, guiar e conduzir seus filhos. Na educação, vejo a web como um espaço que agrega informações boas sim e verdadeiras quando os alunos sabem onde e como pesquisá-las. Afinal, a apropriação de conteúdo alheio, informações falsas, a técnica do Copiar e Colar também podem estar no papel, não apenas no teclado. O mundo virtual não é pior do que é real quando aceitamos conhecê-lo.
Artigo publicado na agência de notíciasAdital Jovem – América Latina e Caribe, em 19 de setembro de 2012.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

IBGE: 10,8% dos alunos em universidades buscam novo diploma



Parcela significativa dos estudantes em universidades já concluíram algum outro curso superior. De acordo com dados inéditos do Censo 2010, revelados nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 10,8% dos alunos se enquadram nesta situação, sendo que boa parte têm mais de 40 anos. Do total de estudantes desta faixa etária que estavam cursando o nível superior em 2010, 30,1% já eram formados.

Entre os homens que estavam nos bancos das universidades cursando uma graduação, 10,5% já tinham um diploma de nível superior. Entre as mulheres, tal proporção chegou a 11%.
Entre os estudantes com até 24 anos, 3,9% estavam na mesma situação; para os alunos de 25 a 29 anos de idade, 12,8% buscavam mais um diploma de nível superior; para os que têm de 30 a 34 anos, a proporção é de 17%; já para os estudantes dos 35 a 39 anos, 19,1% já estavam formados.
Na rede pública, 13,2% dos alunos de alguma graduação já tinham outra formação de nível superior. Nas universidades particulares, 9,8% dos estudantes  se enquadravam em situação semelhante.
A rede pública de ensino do país absorve 78,1% dos estudantes do país, mas a participação no ensino superior ainda é pequena, ainda segundo o IBGE. Do total de alunos que estão cursando alguma graduação na universidade, 28,9% estudam em instituições públicas.
Nas regiões Norte e Nordeste, a participação das universidades públicas é mais elevada. No Norte, 36,1% dos alunos que cursam o ensino superior estavam em instituições públicas. Já no Nordeste, essa proporção chegou a 37,3%. No Centro-Oeste, correspondeu a 27,6%, acima do Sul (27,1%) e Sudeste (24,7%).
Entre os alunos que cursavam alguma especialização de nível superior, a participação do setor público é ainda mais baixa. Apenas 22,4% dos estudantes não estavam em instituições privadas. Já nos cursos de mestrado, 52,7% dos alunos estavam na rede pública; entre os que faziam doutorado, 69,8% estudavam em instituições públicas.
Nos cursos de nível mais básico, a participação da rede pública é predominante. Na alfabetização de jovens e adultos, cobriu 95,7% dos estudantes. No ensino fundamental, 92,2% dos alunos estava na rede pública. No ensino médio, essa proporção chegou a 87,2%.

Por Terra

Com informações do Blog do Professor Ivanilson