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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Sala de aula Star Trek ajuda crianças a aprender matemática



Com mesas sensíveis ao toque e conectadas ao quadro negro, sala permite mais participação e pro-atividade dos alunos. Foto: DivulgaçãoTudo no futuro parece que será conectado e sensível ao toque: o que inclui as salas de aula. Pesquisadores da universidade de Durham, no Reino Unido, descobriram que trabalhar coletivamente e com mesas multi-touch ajuda as crianças a aprender matemática.
Um estudo que durou cerca de três anos e fez experimentos com mais de 400 estudantes, a maioria de 8 a 10 anos, percebeu que a flexibilidade e a fluência dos baixinhos com os números melhoram quando eles trabalham em grupo em mesas sensíveis ao toque - a sala é chamada de Star Trek. A ideia é que todos contribuem para o raciocínio, de forma criativa e coletiva.

"Percebemos que as mesas encorajam os estudantes a colaborar mais efetivamente. Ficamos impressionados ao observar grupos de estudantes ajudando a melhorar o entendimento dos outros de conceitos de matemática. Esse tipo de colaboração não aconteceu quando os estudantes usaram papel", diz a pesquisadora chefe, Liz Burd, da Escola de Educação da Durham.
"Nosso objetivo era estimular níveis maiores de engajamento dos estudantes, onde o conhecimento é obtido no compartilhamento, na criatividade e na resolução de problemas, em vez de ao assistir (as aulas) passivamente", continua Liz. Segundo os dados da pesquisa - publicados no periódicoLearning and Instruction -, as crianças que trabalham em grupo e com mesas multi-touch melhoraram a flexibilidade e a fluência em matemática, enquanto as que lidaram com papel melhoraram apenas a flexibilidade.
O projeto Synergy, no qual se insere a pesquisa, desenvolveu mesas capazes de perceber múltiplos toques simultâneos graças a sensores de visão que leem luzes infravermelhas. As mesas são conectadas entre si e com um quadro inteligente.
O programa desenvolvido pelos pesquisadores da universidade permite que o professor envie diferentes exercícios para cada mesa, e também de uma mesa para a outra, para que, por exemplo, um grupo complemente o trabalho do anterior. Ainda é possível o docente acompanhar cada grupo de alunos, identificar se algum está com dificuldades e o auxiliar sem atrapalhar a atividade coletiva dos demais.
"É possível atingir fluência em matemática pela prática, mas ampliar a capacidade dos estudantes de achar diferentes soluções aritméticas é algo mais difícil de ensinar. Essa sala de aula pode ajudar professores a usar o aprendizado colaborativo para melhorar a flexibilidade dos alunos com a matemática", afirma a pesquisadora Emma Mercier.
Os custos de implantar salas de aula como a Star Trek ainda é alto, dizem os pesquisadores, mas desde o início dos estudos os valores baixaram consideravelmente, apontam. Eles ainda indicam que outras disciplinas poderiam se beneficiar da tecnologia tanto quanto a matemática.
O Synergy foi desenvolvido em 12 escolas do nordeste britânico e é uma iniciativa interdisciplinar com colaboração da Escola de Educação, do Departamento de Psicologia e do Departamento de Ciência da Computação.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Mercadante entrega 200 tablets para professores em Brasília



O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, entregou 200 tablets aos coordenadores estaduais do Programa Nacional de Tecnologia Educacional (Proinfo Integrado) e representantes de 18 universidades federais participantes do programa. Os equipamentos são destinados à capacitação de professores. ''Há uma demanda explosiva por educação no Brasil. A desigualdade social está na escola'', disse o ministro em solenidade realizada nesta terça-feira, em Brasília.

Para Mercadante, começar a capacitação dos tablets pelo professor do ensino médio é estratégico. ''Estamos discutindo em como melhorar o ensino médio e temos que fortalecer o professor dentro de sala de aula e o melhor caminho é o tablet'', avaliou Mercadante.
Foram licitados pela pasta dois modelos de tablets, um com sete e outro com 9,7 polegadas. As vencedoras foram as empresas brasileiras Positivo e Digibras. Os Estados e municípios podem aderir diretamente ao registro de preços, cuja ata terá vigência até junho de 2013.
Para dar início à capacitação pedagógica de professores do ensino médio da rede pública de todo País, o ministério adquiriu 5 mil unidades de tablets para serem utilizados no projeto piloto do Proinfo Integrado. A entrega dos aparelhos nas escolas será realizada em 2013. Os coordenadores do programa farão curso de formação para, em seguida, treinar os multiplicadores, que formarão os professores em cada estado participante.
O modelo de sete polegadas para distribuição nas regiões Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste tem um custo aos cofres públicos de R$ 278,90 e, para o Nordeste e Sul, de R$ 276,99. Já o modelo de 9,7 polegadas será adquirido pelos Estados pelo valor de R$ 461,99 para o Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste e de R$ 462,49 para Nordeste e Sul. De acordo com o ministro, um tablet de 7 polegadas com as mesmas especificações é vendido no mercado brasileiro por R$ 799, em média.
Segundo Mercadante, com a entrega de novas tecnologias da informação, os professores e as escolas públicas vão poder combinar os equipamentos com as demais mídias. Ele citou o Portal do Professor, onde estão disponíveis cerca de 15 mil aulas criadas por educadores e aprovadas por um comitê editorial do MEC. Além disso, o ministro destacou que todas as obras literárias e livros didáticos adquiridos pela pasta também estão disponíveis no equipamento.
O Ministério da Educação (MEC) transferiu este ano R$ 117 milhões a 24 estados e Distrito Federal para compra de 382.317 tablets, que serão destinados inicialmente a professores de escolas de ensino médio do país. Mercadante anunciou também que na próxima sexta-feira, ministros da Educação dos países do Mercosul vão se reunir em Brasília e lançarão um programa de intercâmbio digital.



Com informações do Blog do Professor Ivanilson

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Anunciado em 2011, projeto do MEC não entregou nenhum tablet



A menos de um mês para o fim do ano letivo, o programa nacional de distribuição de tablets para professores de ensino médio da rede estadual não entregou nenhum aparelho. Anunciada em 2011 pelo Ministério da Educação (MEC), a distribuição dos aparelhos estava prevista para iniciar ainda em 2012.
Em fevereiro deste ano, o ministro Aloizio Mercadante afirmou que cerca de R$ 150 milhões seriam utilizados para comprar e distribuir 600 mil tablets ainda em 2012.
Até o início do mês de novembro, segundo o MEC, o valor total do projeto, cerca de R$ 330 milhões, foi utilizado pelos estados que aderiram ao programa para adquirir 409.793 dos 900 mil tablets que devem ser distribuídos até 2013. Ainda de acordo com o ministério, o atraso na distribuição dos aparelhos se deve à variação no prazo de entrega, que depende dos contratos feitos por cada estado.
No Pará, segundo a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), a primeira remessa de 12.458 tablets, que serão utilizados em 545 escolas, está em processo de aquisição, e o treinamento dos professores começará em 2013. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação da Bahia, o estado já fechou contrato com uma fabricante de tablets, mas não possui informações sobre a data de entrega dos produtos. No Rio de Janeiro, a Secretaria de Educação estima que 34.340 tablets sejam distribuídos em dezembro. Com investimento de cerca de R$ 9,5 milhões, o Paraná pretende distribuir 27 mil tablets de 7 e 10 polegadas para os professores da rede estadual até janeiro de 2013, além de comprar mais 5 mil, para estoque de reserva.
Nos dois estados mais populosos do País, a distribuição dos tablets também não começou ainda. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, os 73 mil aparelhos estão previstos para serem distribuídos a partir de dezembro, enquanto em Minas Gerais, de acordo com a assessoria da secretaria de educação do estado, 66.294 tablets poderão ser utilizados pelos professores do ensino médio apenas em 2013.
Fabricados no Brasil pelas empresas CCE Digibras e Positivo Informática, os tablets terão a distribuição restrita a escolas da rede estadual, em áreas urbanas e com internet banda larga sem fio. Amapá e Maranhão são os únicos estados que não aderiram ao programa. Com 7 ou 10 polegadas e conteúdos de disciplinas como física e química traduzidos de portais em inglês, os tablets devem chegar a institutos federais e escolas da rede municipal em um segundo estágio do programa, e sem recursos federais nessas últimas, segundo o MEC.
Programa não prevê capacitação de professores
O uso dos tablets em sala de aula já vem sendo adotado em diversos países, e pode ser sinônimo de melhora no desempenho escolar, segundo pesquisa da norte-americana Abilene Christian University. Após três anos de estudos com estudantes da própria universidade, os pesquisadores afirmaram que aqueles que utilizaram seus iPads para anotar os conteúdos vistos em sala de aula apresentaram um desempenho 25% maior em relação aos colegas que escreveram a matéria no caderno.
No caso do programa do MEC, no entanto, a falta de uma definição de estratégias de utilização das ferramentas e capacitação dos professores, gera um pessimismo entre especialistas em educação. "As expectativas não são muito boas, pois programas como esse já nascem enviesados; não se pensa na formação do professor e na infraestrutura das escolas. Essas iniciativas devem ser bem planejadas, pois a tecnologia tem cada vez mais relevância no processo educacional, e a garotada precisa aprender a usar materiais multimídia que interessem a eles, que evitem que o ensino se torne tedioso. É muito além de sair por aí comprando equipamento", destaca Luciana Allan, diretora técnica do Instituto Crescer para a Cidadania, que trabalha com projetos educacionais e tem sede em São Paulo (SP).
Além do programa federal, iniciativas dos próprios estados já levam tablets para as salas de aula do ensino médio de colégios públicos. Em Pernambuco, a secretaria de educação implantou, em 2008, o Professor Conectado, que forneceu notebooks para todos os professores da rede estadual e internet sem fio em 450 escolas estaduais. Até o final de 2013, o órgão pretende levar rede sem fio a todas as 1,1 mil escolas da rede. Além de aderir ao programa do MEC, encomendando 18 mil tablets para os professores do ensino médio (ainda sem previsão de entrega), a secretaria está distribuindo, desde julho deste ano, tablets para os estudantes da rede estadual do 2º e do 3º anos do ensino médio, em 750 escolas.
Segundo o secretário de educação do estado, Anderson Gomes, o programa teve um custo de R$ 115 milhões, e até meados de novembro, 170 mil tablets devem ser utilizados pelos alunos pernambucanos. "Houve atrasos sim, mas eles foram superados, e os alunos estão recebendo normalmente os tablets. É cedo para dizer qual o impacto do programa, e a discussão deve ultrapassar a necessidade ou não de ter o tablet, pois não podemos pensar mais em um ambiente onde o estudante não tem contato com a tecnologia, que é uma ferramenta adicional para obtenção de informação", destaca.
Uma das primeiras escolas a receber os tablets do governo de Pernambuco, o Ginásio Pernambucano conta com 700 alunos no ensino médio, e cerca de 470, matriculados nos dois últimos anos, utilizam os tablets desde julho. Segundo a gestora geral do colégio, Neuza Pontes de Mendonça, os estudantes podem levar o produto para casa, mas só utilizam a ferramenta em aula com a autorização do professor.
Apesar de destacar como positivo o uso dos tablets no ambiente escolar, com o aumento do interesse dos estudantes por pesquisas relacionadas com disciplinas estudadas na sala de aula, Neuza ressalta a falta de orientação prévia aos alunos e professores sobre o conteúdo disponível nos tablets antes do recebimento dos produtos. "Não houve diretamente um projeto pedagógico, uma preparação anterior. Passamos a entender o funcionamento do tablet apenas quando ele chegou na escola. Não houve grandes dificuldades, e os alunos estão aproveitando a ferramenta como um recurso pedagógico na elaboração de trabalhos e blogs, mas se nós soubéssemos quais conteúdos seriam distribuídos, o uso teria sido mais fácil", afirma.
Cartola - Agência de Conteúdo - Especial para o Terra
Cartola - Agência de Conteúdo - Especial para o Terra


Com informações do Blog do Professor Ivanilson

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Rio de Janeiro terá escola integral focada em novas tecnologias



Uma escola onde o aluno será protagonista de sua formação, participando da construção do próprio saber e envolvendo-se nos processos de aprendizagem. É esta a ambição do Ginásio Experimental de Novas Tecnologias (GENTE), escola piloto de tempo integral que começa a ser implementada em 2013 na Rocinha, comunidade da zona sul carioca, pela Secretaria Municipal de Educação (SME) do Rio de Janeiro.

A primeira unidade do GENTE terá sede na Escola Municipal André Urani, com capacidade para atender 210 alunos do 7º ao 9º anos. Beatriz Alqueres, gerente de projetos estratégicos da Secretaria explica que os alunos não serão reunidos por ano seriado, mas por competências. “O objetivo não é trabalhar por conteúdo, mas com a construção de habilidades”, diz.
Norteada por um princípio de excelência acadêmica aliada aos projetos de vida dos alunos, a concepção do GENTE partiu de estudos feitos com escolas inovadoras internacionais, onde foi possível observar formas pioneiras nos processos de avaliação, na ambientação interna, na gestão e formação dos docentes.
Itinerários
Ao ingressar no GENTE todos os alunos passarão por uma prova diagnóstica para identificar possíveis deficiências ou níveis diferentes de aprendizagem. Feito o teste, os alunos receberão um itinerário formativo, com foco nas habilidades e competências que desenvolverão durante aquele período e pelas quais avançarão. As avaliações bimestrais serão realizadas por um sistema informatizado, aplicadas no computador, gerando resultados imediatamente.
Cumprida a grade de atividades básicas, o aluno pode escolher, segundo seus interesses, quais atividades eletivas quer realizar, constituindo uma aprendizagem individualizada e personalizada. Entre as disciplinas eletivas, estão “cineclube”, “construção de blogs como portfólio”, “inteligência artifical” – em parceria com a Universidade de Stanford –, “webdesign”, “programação básica” e “os últimos livros de Shakespeare, em inglês” – esta última viabilizada graças a uma parceria com a Universidade de Harvard.
Para proporcionar maior eficácia, as aulas valorizam a transdisciplinaridade, em ambientes amplos e integrados, com projetos desenvolvidos a partir de uma situação problema ou perguntas dos próprios alunos. Os professores são polivalentes, atuando em todos os núcleos do conhecimento. “O professor se torna um arquiteto da aprendizagem do aluno, disponibilizando recursos no itinerário do estudante. Seu papel não será o de transmissor, mas daquele que garante a aprendizagem”, ressalta Beatriz.

Solidários
A ideia é que o professor acompanhe os alunos mais de perto, tornando-se um tutor a partir das motivações identificadas com os ideais e projeto de vida elaborado pelo aluno. O efeito é estratégico. De acordo com Beatriz, “isso aumenta a motivação para se frequentar a escola, a assiduidade, encontrando mais sentido pela aplicação prática dos saberes”.
As novas tecnologias serão empregadas como recursos didáticos para motivar e ampliar o envolvimento dos alunos. Cadernos serão substituídos por tablets e smartphones, e usados tanto por alunos quanto professores.
Outro eixo norteador das atividades são o desenvolvimento das habilidades não cognitivas, tais como a desenvoltura socioemocional, além da criatividade e da colaboração em grupo. “Num projeto como esse, o foco é justamente criar cidadãos mais autônomos, solidários e competentes, capazes de intervir onde vivem com projetos e estratégias criticas e participativas”, ressalta Beatriz.
Rocinha
“A Rocinha é uma região da cidade com carência de escolas ginasiais que atendam do 7º ao 9º ano”, observa Beatriz Alquéres. Com três escolas municipais e um Ciep – Centro Integrado de Educação Pública –, a Rocinha é a região administrativa da cidade que tem a população com menor nível de escolaridade entre todas do município do Rio de Janeiro, segundo estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
De acordo com Beatriz, o local que abrigará o GENTE foi um clube esportivo, recentemente desativado, o que também favoreceu a transformação do espaço em unidade escolar de tempo integral. “Uma área que é dominada por uma milícia do tráfico vai depender de mil outros fatores [para mudar], mas também da formação das pessoas daquele território e da consciência da influência da participação deles na transformação”.
Território de alta vulnerabilidade social, a Rocinha, localizada entre os bairros da Gávea e São Conrado, conta atualmente com 69,3 mil moradores, segundo dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
No dia 13 de novembro de 2011, numa intervenção integrada entre as forças armadas e as polícias Federal, Civil e Militar, a comunidade viu serem apreendidas armas e drogas, além de terem sido detidos suspeitos e criminosos ligados ao narcotráfico.
Conhecida como “Operação Choque de Paz”, um ano depois a região permanece patrulhada por 700 policiais militares. Embora a ocupação tenha trazido serviços básicos que antes não chegavam à comunidade, como água, luz e coleta de lixo, outras solicitações ainda não foram atendidas, como melhoria no trânsito e tratamento de esgoto.

Aprendiz

Com informações do Blog do Professor Ivanilson

Facebook, Twitter e YouTube: eles podem ser os melhores amigos dos seus estudos

Se você considera Facebook, Twitter e YouTube companheiros só para a hora do lazer, está na hora de pensar diferente. Ferramentas como essas podem ser seus melhores amigos nos estudos, dizem especialistas de tecnologias da educação.
Quer escrever melhor? Conte com a ajuda de Twitter, Wikipédia e um blog. Treinar línguas estrangeiras? O Facebook pode dar uma bela mão. Entender melhor a reprodução das plantas gimnospermas? Talvez a resposta esteja lá no YouTube, entre todos aqueles vídeos de palhaçadas. São usos como esses e muitos outros que estão fazendo das ferramentas aliadas do aprendizado.

Twitter, Facebook, blogs, YouTube... Como eles podem ajudar nos estudos

Foto 5 de 5 - Mais Arte/UOL
As novas tecnologias nos tornaram consumidores vorazes de informação. Ao mesmo tempo, nos deram instrumentos poderosos para nos comunicar com quantas pessoas quisermos. “Nesse processo, podemos aprender muito mais sobre nós mesmos e o mundo”, diz Will Richardson, em seu livro Blogs, wikis, podcasts and other powerful Web tools for classrooms (Ed. Corwin, sem tradução para o português).

 

Não caia em armadilhas

Mas para tirar o melhor proveito da internet sem cair em armadilhas, é preciso responsabilidade e um tanto de cuidado. Isso é verdade principalmente para os mais novos, que em muitos casos aprenderam sozinhos a se virar no mundo virtual sem ter um guia. “A escola precisa ajudá-los nisso, pois tem por função preparar os alunos para a vida. Essa função cabe também aos pais”, diz Marcos Telles, consultor da DynamicLab, empresa especializada no uso da tecnologia no ensino.
É preciso preparo para entender as consequências do que se faz na internet. Também é essencial ter em mente que nem toda informação é confiável. Isso vale para os adultos também, para protegerem a si próprios e desempenharem o papel de mediadores na hora de falar sobre o assunto com os pequenos.
“É um trabalho em parceria. Os jovens sabem mais sobre tecnologia, enquanto os mais velhos têm mais noção sobre os riscos envolvidos”, diz Valdenice Minatel, coordenadora do Departamento de Tecnologia Educacional do Colégio Dante Alighieri, em São Paulo (SP).

UOL EDUCAÇÃO

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Cinco passos para a sua empresa dominar as redes sociais com sucesso



Thinkstock
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Treinamento de mídia social está se tornando cada vez mais fundamental para muitas empresas nos dias de hoje. Embora a prática tenha começado como um adicional na área de comunicação, agora, companhias como PepsiCo, Adidas e HP não só tornaram a plataforma parte do currículo, como oferecem treinamento para os seus funcionários sobre o tema.
Uma motivação óbvia para formalizar programas e políticas de mídias sociais em uma empresa é evitar um desastre nas redes sociais. Um exemplo é o vídeo "Dirty Domino’s Pizza" (Pizza suja da Domino’s), em que dois funcionários da rede aparecem brincando com os alimentos durante a preparação. O resultado? Ambos foram demitidos e presos sob a acusação de adulteração de alimentos. Três anos depois, quando se faz uma pesquisa no Google sobre a empresa, esse vídeo é o quinto resultado encontrado.
Empresas como Unisys, Sprint e HP têm um treinamento de mídias sociais para evitar esse tipo de crise e mostrar aos funcionários como as redes sociais podem ser ferramentas valiosas do negócio, que podem aumentar desempenho e produtividade.
Segundo Sara Folkerts, gerente de mídias sociais da Sprint, os funcionários muitas vezes ficam confusos em como usar a rede interna de forma correta. Ela notou que os empregados se esquecem das regras assim que ficam on-line. Por causa disso, a empresa decidiu estabelecer algumas regras gerais específicas para a internet.
Mas implementar esse treinamento não é um processo simples. Aqui vão cinco passos que simplificarão a medida e ajudarão no futuro da sua empresa.
1. Comece cedo
Na Unisys, a primeira coisa que os novos funcionários tomam conhecimento é a política de redes sociais. É um dos passos da contratação. “Nós começamos a tratar do assunto no primeiro dia de trabalho do novo empregado. Logo, teremos um vídeo explicativo sobre como agir nas redes sociais”, afirma Gloria Burke, diretora do departamento de conhecimento e colaboração da empresa. Criar um treinamento para novos funcionários envia uma mensagem para todos os outros de que existem regras nas mídias sociais.
2. Crie uma marca para o programa de treinamento de redes sociais
Os funcionários ficam mais entusiasmados e comprometidos e sentem que fazem parte de uma marca. Na Sprint, o programa de treinamento de redes sociais é chamado Sprint Ninja. A empresa incluiu alguns dos princípios relacionados às artes marciais, como autocontrole, moderação e cortesia, e os colocou no programa. Os cerca de 2.400 voluntários fazem um workshop de duas horas para conseguir seu certificado Ninja. O próximo passo é desenvolver uma versão on-line do programa.
3. Seja específico e explícito sobre o que pretende
Para muitas pessoas, é complicado entender a fusão de “social” com “trabalho”. Na Sprint, por exemplo, foram apresentadas sugestões de tweets e posts no Facebook para os seus funcionários. Isso fez com que os empregados se sentissem apoiados. Outra ideia é sugerir que, quando tratarem da empresa, coloquem, à frente da frase: “doando meu post para a [nome da empresa]”. “Eles acham isso tranquilizante, pois mistura trabalho e vida social, mas, ao mesmo tempo, as duas coisas continuam distintas”, afirma Sara.
4. Inclua mecanismos de jogos para engajar e recompensar os funcionários
As empresas devem entender que, apesar de redes sociais serem divertidas, são uma responsabilidade a mais para os funcionários. Por isso, usar técnicas de jogos para engajar, reconhecer e até recompensar quem completar o treinamento são uma boa estratégia. Alex Flagg, diretor de redes sociais da HP, acredita que o sucesso da empresa se deve também a essa estratégia.
5. Crie um veículo para melhoramento contínuo
Faça com que exista um meio para que os funcionários treinados compartilhem suas práticas com os outros. Como é algo social, os supervisores devem permitir e encorajar conversas durante o processo de treinamento. Eles também devem ouvir as experiências dos seus funcionários e estarem dispostos a se adaptarem ao retorno que receberem.

FORBES BRASIL

PL 2.565/11 – royalties do petróleo: VETA TUDO, DILMA!


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O desentendimento da bancada do Governo e a astúcia dos que não têm nenhum compromisso com a qualidade da educação pública, fizeram com que a Câmara dos Deputados perdesse a oportunidade histórica de dar um novo e definitivo rumo ao Brasil. Por 9 votos (220 a 211), a proposta que destinava 100% dos royalties do petróleo para a educação pública brasileira foi derrotada.
A liberdade com que os royalties circularão nos caixas das administrações públicas, à luz do PL 2.565/11, cria entraves não apenas para o cumprimento das urgentes metas do PNE (Plano Nacional de Educação), que calcula a necessidade de um patamar de investimento público equivalente a 10% do PIB em educação pública, como também macula a capacidade de transformação da sociedade brasileira. Em outras palavras, corre-se o risco de a riqueza do petróleo não ser investida adequadamente em prol do Brasil e das futuras gerações.
Além do PNE, que perde uma das mais promissoras fontes de financiamento, a valorização dos profissionais da educação também foi prejudicada. Uma das alegações para o desrespeito à Lei Nacional do Piso do Magistério, por Estados e Municípios, é exatamente a insuficiência das verbas.
Apesar de redistribuir as receitas com royalties com os Estados e Municípios não produtores, que receberão R$ 8 bilhões (oito bilhões de reais) em 2013, o PL 2.565/11, aprovado pelo Congresso, contém inúmeros vícios de inconstitucionalidade. O mais grave é o erro de cálculo que alcança 101% dos recursos provenientes da extração de plataforma continental, a partir de 2019.
Portanto, para evitar a judicialização da Lei dos Royalties e o mal uso do recurso público, clamamos: VETA TUDO, DILMA!
O Brasil está diante de uma rara chance de construir um novo futuro: próspero e justo.
#VETAtudoDILMA!, para que o país supere as gritantes desigualdades e promova a equidade social por meio da educação pública, gratuita, democrática e de qualidade socialmente referenciada para todos e todas.
A mobilização é urgente! Junte-se a esta luta!
Quem concorda, participa! Quem concorda, compartilha!
Assine aqui a petição pelo veto ao PL2565/11.

Por CNTE

CNTE lança abaixo-assinado para o veto ao projeto de lei dos royalties do petróleo



Como mais uma forma de pressionar a presidenta Dilma a vetar todo o projeto de lei 2.565/11, que trata da redistribuição dos royalties do petróleo, a CNTE lança uma petição online com o objetivo de conseguir o maior número de assinaturas possível. Através desse link você pode assinar o abaixo-assinado, compartilhar com seus amigos e contribuir com essa campanha!
Saiba porque isso é importante!
O Plano Nacional de Educação, aprovado recentemente na Câmara dos Deputados, contém 20 metas que exigem a aplicação de, no mínimo, 10% do Produto Interno Bruto do país em todos os níveis, etapas e modalidades de ensino, ao longo da próxima década. Caso essa condição deixe de ser atendida, o PNE não passará de mais uma carta de intenções, a exemplo da versão aprovada em 2001, que teve sua meta de investimento de 7% do PIB vetada.
Mesmo com a crise internacional, o Brasil tem conseguido manter os empregos, a renda dos(as) trabalhadores(as) e um consistente processo de inclusão social. Todavia, o país ainda sofre contenções estruturais, sobretudo no aspecto da qualidade da educação, que dificulta promover maior expansão do PIB e, consequentemente, melhores condições de vida para mais brasileiros(as).
A destinação de 100% dos royalties do petróleo para a Educação, embora não seja suficiente para garantir a integralidade dos recursos necessários para cumprir todas as metas do PNE, é indispensável para alavancar o financiamento educacional e para valorizar a aplicação republicana de uma fonte de riqueza não perene.

Por CNTE

Cérebros portáteis e seu potencial de mudar educação



Apalpe o seu bolso ou vasculhe na sua bolsa. Encontrou um aparelhinho retangular? Pois ele não é só um telefone celular. Ele é, na opinião do consultor internacional em tecnologia Scott Klososky, um dos responsáveis por algumas das drásticas mudanças que têm ocorrido na forma como as pessoas aprendem e ensinam. Esses dispositivos móveis – e nessa conta Klososky inclui smartphones e tablets – são o que chamam de “cérebros portáteis”: equipamentos que dão acesso fácil, rápido e gratuito a um volume muito maior de informação do que a humanidade jamais viu.

“Se entendermos que agora temos aparelhos que aumentam o que o nosso cérebro faz, isso muda completamente a forma como devemos ensinar as crianças, como colocamos a tecnologia em prol da educação”, disse Klososky em entrevista ao Porvir. Para o especialista, que estará em São Paulo em janeiro no evento Innovate 2013 Re-imagining School, com a facilidade de se chegar a qualquer informação, os antigos métodos de ensino, baseados na memorização e na repetição, tornaram-se inadequados. “Não faz mais o menor sentido exigir que os alunos decorem coisas. Todo o tipo de dado está disponível para qualquer um na internet”, disse.
Assim, com a facilidade de se chegar a qualquer informação, o que a escola deve fazer é ensinar o aluno a encontrar os dados de que precisa e interpretá-los corretamente. “Hoje é muito mais importante saber resolver problemas, ser criativo, ter pensamento crítico, habilidades que vão ajudá-los a prosperar no mundo”, diz ele.  Além da quantidade disponível de dados, um segundo fator tem sido fundamental nas mudanças que vêm ocorrendo no universo educacional: a facilidade de conexão com qualquer ser humano no mundo. “Qualquer pessoa pode entrar em contato com qualquer outra no mundo instantaneamente e de graça”, afirma.
Para ele, essas novas dinâmicas de troca de informação desburocratizam a transmissão do conhecimento, não é mais a universidade a única detentora do conhecimento. Os processos coletivos de troca de conteúdo, chamados de crowdsourcing, permitem que as pessoas se beneficiem com “a sabedoria das multidões” – a chamada educação informal, da qual ele mesmo se beneficiou: apesar de ser um aluno que sempre teve boas notas, ele “odiava, odiava mesmo”, segundo suas palavras, a escola; saiu do ensino médio e foi direto trabalhar porque precisava ajudar a família e, com o que aprendeu na vida, se tornou um dos especialistas de tecnologia mais respeitados nos EUA.
Apesar de ter esses dois caminhos muito bem definidos sobre o que tem mudado a educação, as perspectivas não são tão claras e a mensagem que Klososky passa é de alerta. As tecnologias estão avançando em passo acelerado, os mercados vão cobrar dos alunos habilidades que os ensinos tradicionais são menos capazes de prover, há iniciativas muito bem pensadas que estão acompanhando o movimento, mas essa percepção ainda não é generalizada. “As escolas ainda devem demorar uns 10 ou 20 anos até que aprendam como fazer uso das tecnologias no ensino”, afirma.

Aprendiz

Com informações do Blog do Professor Ivanilson 

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Educação estaria passando pela maior inovação em 200 anos, diz revista



O cientista de computação Anant Agarwal lançou uma pergunta em um projeto de aulas online da Harvard: qual foi a maior inovação na educação nos últimos 200 anos? Agarwal foi nomeado esse ano para coordenar a EdX, uma faculdade digital gratuita da Harvard, nos Estados Unidos O objetivo do cientista com a questão inicial é confirmar se novas formas de educação digital prometem mesmo um futuro promissor para a área.

De acordo com a revista MIT Technology Review, para Agarwal, a educação está prestes a mudar dramaticamente. A razão disso é o poder da internet e suas tecnologias que 'mastigam' os dados apresentados. Graças a essas mudanças, é possível compartilhar online aulas em vídeo com elementos de interatividade sofisticados, e pesquisadores podem coletar dados de estudantes para ajudar a tornar o ensino ainda mais efetivo. A tecnologia é poderosa, barata e global. A EdX espera, com o novo projeto, ensinar bilhões de estudantes.
A educação online não é novidade - nos Estados Unidos, mais de 700 mil estudantes fazem cursos a distância em tempo integral. O que é diferente é a escala de tecnologia sendo aplicada por líderes que misturam alcances de mentes brilhantes com modelos de internet baratos e concorridos. O artigo que será publicado com o relatório do negócio irá mapear o impacto da educação gratuita online, particularmente o grande número de cursos online (MOOC, na sigla em inglês) oferecidos por novos empreendimentos da área educacional.
Por ser economicamente importante, a educação ainda parece ineficiente e estática em se tratando de tecnologia - é geralmente citada como a próxima indústria a sofrer uma grande "interrupção". A ideia está sendo promovida por Clayton Christensen, professor da Harvard Business School que adotou o termo "tecnologia dividida". Em dois livros educacionais, ele destaca o aprendizado online dizendo que o mesmo vai continuar a se espalhar e melhorar e, eventualmente, irá liderar muitas ideias de como ensinamos - e algumas instituições também.
Na visão de Christensen, as tecnologias divididas encontram o sucesso inicialmente em mercados "onde a alternativa é nada". Isso explica por que o aprendizado online já é importante no mercado de educação adulta. Também explica o crescimento repentino de organizações como a Khan Academy, que divulga vídeos gratuitos ensinando matemática e ganhou financiamentos de Bill Gates e atenção da mídia. O primeiro apoio para a companhia surgiu entre pais que não podiam pagar US$ 125 por hora por um professor de matemática particular. Para eles, o narrador dos vídeos Salman Khan foi um ótimo substituto.
Outro benefício das aulas online é a favorável distribuição de instruções aos estudantes. Segundo Agarwal, o mesmo grupo de três pessoas contendo um professor e dois assistentes que costumava ensinar 400 alunos pode agora compartilhar o conteúdo com mais de 10 mil estudantes na internet.
Um estudo recente da Babson College mostrou que o número de universitários americanos que fizeram ao menos um curso online cresceu de 1,6 milhão em 2002 para 6,1 milhões - cerca de um terço de todos os universitários - em 2010. Os pesquisadores I. Elaine Allen e Jeff Seaman encontraram sinais de que a média de crescimento de aulas na internet pode estar começando a diminuir. Porém, seu estudo não antecipou a entrada de universidades conceituadas na educação online neste ano. Coursera, uma aliança entre a Universidade Stanford e duas dúzias de outras escolas, registrou o cadastro de 1,5 milhão de estudantes em cursos online.
Mesmo que uma pequena fração desse número vá completar uma aula, o aumento do MOOC significa que podemos começar a pensar como uma educação gratuita e de qualidade poderia mudar o mundo. Os vídeos de Khan, por exemplo, são populares na Índia, e um levantamento mostrou que 60% dos estudantes que assistiram aos vídeos tiveram interesse voluntariamente no conteúdo. Ainda não se sabe o que um aplicativo liberal de educação poderá fazer. Será que vai aumentar demais a inovação global por desmontar barreiras de boas instruções? Vai ameaçar professores da rede pública por terem a opção da internet?
A definição será feita pela tecnologia. Todos esses milhões de estudantes clicando online podem ter o progresso rastreado e até mesmo influenciado para, no futuro, auxiliar nos métodos de ensino. Será que o novo método fará sucesso por ser totalmente diferente? Se a resposta for positiva, então teríamos a resposta à pergunta inicial: o aprendizado online é a mais importante inovação na educação nos últimos 200 anos.

Editoras e escolas privadas apostam em material digital



Com o ano letivo se aproximando do fim, as editoras de livros didáticos já começam a lançar suas novidades para 2013. A principal aposta das companhias é nos meios virtuais, que vão servir como complemento para as atividades realizadas em sala de aula.
Um dos serviços é disponibilizar conteúdo extra em portais, como o Sistema Positivo de Ensino produzido pela Editora Positivo. Esse método consiste em fornecer acesso a atividades diversificadas, facilitar a comunicação entre o professor e o aluno e dar suporte didático aos docentes. A Editora Moderna e a Edições SM também possuem páginas próprias com opções semelhantes.

A tecnologia possibilita simples adaptações que melhoram a vida do aluno, como aumentar a fonte dos textos. A preocupação com a acessibilidade é o destaque da Coleção Passaporte para as Ciências, da Editora do Brasil. O material é destinado a estudantes do 6º ao 9º ano do ensino fundamental. Além de ajudar estudantes portadores de baixa visão, parte dos conteúdos audiovisuais disponíveis tem legenda, o que facilita a compreensão dos alunos com deficiência auditiva.
Outro recurso adotado pelas editoras são versões virtuais dos materiais trabalhados em aula. A Moderna, por exemplo, vai lançar todos os volumes da Gramática Fundamental em formato digital. Além disso, as coleções Araribá e Moderna Plus, destinadas aos estudantes dos últimos anos dos ensinos fundamental e médio, também poderão ser acessadas por tablets. A Edições SM, por sua vez, oferece versões virtuais dos livros para professores, incrementadas com recursos multimídia. Já a Positivo disponibiliza um atlas em formato digital que pode ser personalizado pelo usuário.
O diretor editorial da Editora Positivo, professor Joseph Razouk Junior, destaca as vantagens para o trabalho em sala de aula. "Isso atrai e prende a atenção do aluno ao perceber, principalmente, que a escola não está distante da realidade e que é possível sim aprender de diferentes maneiras", acrescenta. A diretora comercial da Edições SM, Ronyse Pacheco, concorda e complementa: "Desenvolvemos a solução SM Educação Integrada pensando não só no aluno, mas também no professor, na escola e na família que hoje se deparam com novas tecnologias no processo de ensino e na aprendizagem. Sabemos das angústias e anseios por conta inclusão digital na escola e posso afirmar que nosso projeto vai facilitar este processo", afirma.
Escolas do setor privado também estão investindo em tecnologia. Um exemplo disso são as unidades do Colégio Flama, localizados na Baixada Fluminense, que desenvolveram material didático totalmente digital. Nas classes do 1º ano do ensino médio, o conteúdo é acessado por meio de tablets distribuídos pela própria instituição. Já nas outras turmas, que são equipadas com computadores, utilizam-se pen drives com o material. De acordo com um dos diretores do colégio, Alex Lima Rangel, optou-se por esse tipo de suporte, pois os professores observaram que os resultados pedagógicos eram mais positivos em atividades realizadas com novas tecnologias. De acordo com ele, parte dos alunos tinha dificuldade de entender certos conteúdos, como física mecânica, quando se utilizava material impresso. Após a mudança, segundo Rangel, os recursos interativos e multimídia possibilitarão uma aprendizagem muito melhor aos estudantes, além de otimizar o tempo de aula, pois o professor não gastaria mais tempo passando matéria no quadro.
Em escolas públicas, o impresso ainda predomina
Em escolas públicas, os livros são pré-selecionados pelo Ministério da Educação (MEC), com a ajuda de professores universitários, que escolhem algumas coleções. Posteriormente, o MEC encaminha uma lista com as opções para os colégios, que decidem quais materiais irão utilizar.
Na Escola Municipal Adolpho Barstch, de Joinville (SC), detentora do melhor Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de Santa Catarina no ensino público de 1ª a 5ª, a seleção é feita pelos professores e pedagogos da instituição. De acordo com a supervisora pedagógica, Raquel de Souza Ledoux, nem sempre os materiais são suficientes para suprir a demanda dos alunos. Além disso, segundo ela, os livros dificilmente oferecem recursos além do material impresso. "Às vezes, são disponibilizados CDs com conteúdo complementar para ajudar o professor a preparar as aulas, mas nada destinado ao uso dos alunos", completa.
Cartola - Agência de Conteúdo - Especial para o Terra
Cartola - Agência de Conteúdo - Especial para o Terra


Com informações do Blog do Professor Ivanilson

Nota de alunos sobe até 30% no Rio com projeto de aulas digitais



As 19 escolas do Rio de Janeiro que adotaram sistematicamente o uso da plataforma de aulas digitais Educopédia registraram notas bimestrais de 20% a 30% melhores do que o restante da rede municipal. O projeto inclui material de suporte aos professores, com planos de aula e jogos pedagógicos, e atinge parcialmente 75% das escolas da rede. Uma pesquisa mostrou que grande parte dos alunos acredita que suas notas melhoraram por conta do projeto. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Iniciado há três anos, a Educopédia recebeu até agora um investimento de R$ 20,1 milhões. A maior parte (R$ 15 milhões) veio da Prefeitura. O restante foi pago pelo governo federal, principalmente com bolsas para professores que foram capacitados. Segundo o mentor do projeto e subsecretário municipal da Educação, Rafael Parente, cerca de 12 mil professores já passaram por algum tipo de capacitação da plataforma e os Estados de Pernambuco e da Bahia devem começar parcerias em breve. Apesar de bons resultados, porém, as escolas ainda enfrentam dificuldades para acessar o conteúdo em sala por problemas de conexão na internet, que tem velocidade muito baixa nas instituições.

Pnaic é lançado oficialmente e promete alfabetizar crianças de até 8 anos



Crédito: Undime
Ao final do terceiro ano do ensino fundamental, as crianças de até oito anos terão que estar plenamente alfabetizadas em língua portuguesa e matemática. Essa é a proposta do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa – Pnaic, lançado pela presidente Dilma Rousseff.
Para tanto, o governo federal vai investir R$ 2,7 bilhões. Segundo o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, a média nacional de crianças não alfabetizadas aos oito anos chega a 15,2%. Essa taxa alcança índices ainda maiores e, em alguns casos chega a dobrar, em estados como Maranhão (34%) e Alagoas (35%). A menor taxa é registrada na região Sul, com o índice de 4,9% de crianças não alfabetizadas.
No primeiro ciclo do programa, serão alfabetizadas oito milhões de crianças. Segundo Mercadante, o prejuízo de uma criança que não é alfabetizada no período certo pode se estender a outras etapas do ensino. Por isso, entre os objetivos da pasta está o de garantir a alfabetização e assim evitar a futura reprovação de alunos. De acordo com os dados do Ministério da Educação – MEC, o impacto da reprovação de alunos, em toda a educação básica, vai de R$ 7 bilhões a R$ 9 bilhões.
Ao todo, 5.270 municípios e todas as 27 unidades federativas já aderiram ao pacto, que envolve a capacitação de 360 mil professores alfabetizadores. Trinta e seis universidades públicas vão preparar cursos de 200 horas para uniformizar procedimentos educacionais em todo o País. Os recursos investidos no pacto também vão garantir uma bolsa de R$ 750 mensais aos orientadores, que vão capacitar os professores alfabetizadores.
Com informações da Agência Brasil. e do Blog Educação

domingo, 11 de novembro de 2012

MP cobra igualdade de acesso em cursos a distância na UFRN



O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação civil pública nesta terça-feira para cobrar da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) isonomia na oferta de vagas. De acordo com o MPF, cursos a distância oferecidos pela instituição reservaram turmas exclusivas para servidores federais e empregados do Banco do Brasil, sem abrir espaço para o público em geral.

De acordo com o procurador regional dos Direitos do Cidadão, Ronaldo Sérgio Chaves Fernandes, a ação requer que a Justiça Federal impeça a universidade de vincular vagas de cursos de graduação a determinados segmentos da sociedade. A única exceção, segundo ele, se deve às cotas e reservas previstas na legislação.
A ação é resultado de um inquérito que apurou irregularidades no oferecimento de vagas para um curso a distância, aberto em 2006. O curso-piloto de Administração, feito em parceria com o Ministério da Educação (MEC), a Secretaria de Educação a Distância (SEED) e o Banco do Brasil, reservou 70% das vagas para empregados de bancos estatais e as demais 30% para servidores públicos federais.
Cursos com restrições semelhantes foram abertos em várias universidades federais do país, porém a maioria das instituições atendeu a uma recomendação expedida pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, em Brasília, e garantiu a reserva de vagas para a demanda social. "No entanto, diferentemente das demais universidades, a UFRN informou ao MEC (¿) que o processo seletivo em referência não contemplou vagas para a demanda social, sem mencionar se providenciaria a regularização do curso quanto a esse aspecto".
O caso será analisado pela Justiça. O Terra entrou em contato com a assessoria da universidade, mas não obteve uma posição.


Com informações do Blog do Professor Ivanilson

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Concurso levará professor e alunos para intercâmbio na Inglaterra



Escolas e professores de inglês de todo o mundo, juntamente com seus alunos com idade entre 13 e 20 anos, já podem se inscrever no concurso internacional EF English Challenge 2012, realizado pela EF Cursos no Exterior, maior empresa de educação internacional do mundo. Para participar, o professor deve cadastrar seus dados ou os da sua escola no site do evento. A competição vai até o dia 30 de dezembro.
Feita a inscrição, pelo menos 15 alunos da escola cadastrada devem fazer o teste de inglês online. O professor cujos alunos obtiverem o melhor resultado irá com eles para a Inglaterra fazer um curso de intercâmbio por duas semanas, com direito à passagem e bolsa auxílio para toda a turma.

Além dessa premiação, no Brasil a EF também dará ao professor ou à escola com a melhor posição no ranking nacional um curso de duas semanas no programa EF Teacher Training Course, especializado no treinamento de professores, incluindo passagem. A melhor escola de cada estado do Brasil será premiada com o selo "Best English Level Award", certificando-a como a escola com o melhor nível de inglês daquele Estado. Para a entrega desta premiação, a EF oferecerá um coquetel para pais e alunos participantes do concurso.
Passo a passo
Assim que cada aluno terminar o teste online, o professor receberá o resultado individual via e-mail. A nota de cada estudante será calculada em porcentagem de acordo com o número de questões respondidas corretamente. Essa porcentagem será correlacionada com os níveis de inglês doCommom European Framework, quadro criado pelo Conselho Europeu que estabelece um padrão para todos os exames de idiomas. Este quadro se aplica para exames de inglês, alemão, francês e espanhol e é utilizado em todas as partes do mundo.
Logo que o mínimo de 15 alunos da turma concluir o teste, a classe entrará no ranking mundial baseado na média dos resultados obtidos. Se mais de 15 alunos fizerem o teste, serão considerados os 15 melhores resultados. O nome da escola aparecerá no site, caso esteja entre as 15 primeiras do ranking. O resultado sairá no dia 20 de fevereiro de 2013.
Terra


Com informações do Blog do Professor Ivanilson

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Currículo escolar deve levar em conta internet, sugere estudo



Pesquisa da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) constatou que, apesar do crescimento do uso da internet pelos jovens, a educação pública não acompanhou esta evolução. "Com tantas mudanças no mundo, o currículo das escolas não se alterou", afirma a professora Juliana Santos Albach, autora do estudo. Ela entrevistou alunos do último ano do ensino fundamental de uma escola em São Paulo para chegar às conclusões do trabalho.
As informações são da Agência USP de Notícias.
Os estudantes contaram que usam a internet corriqueiramente em suas vidas. Os professores conhecem esse fato, mas o currículo das escolas não atenta para isso: as tarefas não têm orientação para a pesquisa na rede. A instituição de ensino não se prepara para propor ou receber trabalhos utilizando essa ferramenta.
O uso da internet para auxiliar em pesquisas para a escola é unânime entre os alunos entrevistados. Existe, porém, uma visão geral entre eles de que os trabalhos não são aproveitados. "Eles acham que estes trabalhos vão para o lixo", conta Juliana. Por falta de orientação e retorno, as tarefas escolares acabam ficando sem significado.
Os alunos contaram que não existe problematização do tema dentro da sala de aula. "Ninguém discute o assunto", conta a pesquisadora. "O currículo escolar é estático", ressalta. A pesquisa, intitulada Os usos que os jovens fazem da internet: relações com a escola, procurou exatamente tornar a questão pauta do debate acadêmico.
Alguns estudantes afirmaram que a Wikipédia chega a ser recomendada por alguns professores como fonte de pesquisa. Isso demonstra que as possibilidades da internet não foram totalmente compreendidas, visto que a ideia de se pesquisar em uma enciclopédia, como se fazia antes do advento dessa ferramenta, ainda é utilizada. Essa forma de pesquisa é apenas uma reconstrução do mesmo método usado há muito tempo em outra plataforma.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Site ajuda professores a trabalharem com as novas tecnologias em sala de aula



Materiais produzidos por educadores de três escolas públicas de Pernambuco, Tocantins e Ceará estão disponíveis no site Telinha na Escola.  O novo portal quer estimular professores e alunos a experimentarem as novas tecnologias de uma forma criativa e que transforme os processos de aprendizagem.
Na seção “aulas criativas”, é possível baixar planos de aulas que ajudam o professor a abordar o uso das redes sociais, realizar dinâmicas de reflexão sobre a história das mídias interativas no Brasil ou até mesmo a levar a história do hipertexto para a sala de aula.
A categoria “edição” também disponibiliza materiais que auxiliam na criação de vinhetas animadas e vídeos literários. Enquanto em “mobilidade”, é possível achar conteúdos que orientam o professor a trabalhar temas como mídia e cidadania usando máquinas fotográficas e aparelhos celulares.
O portal surgiu graças a um trabalho realizado, desde 2009, pela ONG Casa da Árvore, nas escolas Arraial Novo do Bom Jesus (PE), Don Alano (TO) e Joaquim Alves (CE). O foco do projeto é a capacitação do professor para que ele pense e produza aulas usando as novas tecnologias. Toda a produção dessas escolas fica disponível para uso livre e aberto (em licença Creative Commons) e pode ser editado, modificado e reproduzido livremente por qualquer educador.
“Nossa ideia é ter uma interface muito simples, que permita uma navegação mais autônoma, em que cada um possa aprender aquilo que quer da forma que acha melhor”, disse Aluísio Cavalcante, coordenador do projeto Telinha na Escola.

Por portal Por Vir.

Com informações do Blog Educação

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Educação Tecnológica a distância


O Ministério da Educação (MEC) lançou, em 2007, o programa Escola Técnica Aberta do Brasil (Rede e-Tec Brasil) com o objetivo de democratizar o acesso ao ensino técnico de nível médio à educação profissional e tecnológica. Nos três primeiros anos de atuação foram oferecidos pela Rede e-Tec Brasil aproximadamente 30 mil vagas em 49 cursos técnicos de nível médio a distância agrupados em dez eixos, segundo o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. 
Os cursos do programa são gratuitos e oferecidos pelos Institutos Federais, Escolas técnicas federais e instituições integrantes dos sistemas estaduais de ensino. O MEC oferece assistência técnica e financeira às instituições públicas para oferta e elaboração dos cursos. Em contrapartida, os Municípios, Estados e o Distrito Federal são responsáveis pela infraestrutura física, tecnológica e recursos humanos dos polos de apoio presencial.
A interação entre alunos, professores e tutores ocorre principalmente pela internet, mas, cada instituição integrada ao e-Tec Brasil mantém obrigatoriamente um polo para encontros presenciais. A infraestrutura física da escola parceira – como laboratórios pedagógicos/didáticos, laboratórios de informática e específicos, bibliotecas, salas de estudo, salas de coordenação, salas de tutoria, salas para atividades presenciais, auditório e/ou sala para palestras fica à disposição dos alunos do e-Tec Brasil.
Em 2008, seu primeiro ano efetivo de atuação, o programa contou com 193 polos regionais e atendeu a 23 mil estudantes. Em 2010, o número de polos chegou a 259, localizados em 19 estados, e cerca de 29 mil estudantes foram atendidos. Em 2011, encontram-se matriculados na Rede e-Tec aproximadamente 80 mil alunos. O MEC prevê que a oferta de vagas continue em crescimento pelos próximos anos. Até 2014, a previsão é de atender pelo menos 263 mil alunos pela Rede e-Tec Brasil.
Fontes: 


Com informações do Blog da Professora Juraci

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Como então controlar seus funcionários quanto às redes sociais e principalmente ao Facebook? O que fazer?

Vejamos algumas possíveis soluções:
A mais simples e já adotada por muitas companhias é fechar totalmente o acesso ao Facebook e aos outros sites de relacionamento. Isso é relativamente simples para a maior parte das empresas de médio e grande porte. Basta configurar o bloqueio do acesso aos endereços dessas redes em seus roteadores ou servidores e pronto. Vale lembrar que quem opta por isso deve fechar também sites redirecionadores, que permitem o acesso das redes sociais através deles. A vantagem dessa atitude é que você realmente fará com que seus funcionários não percam tempo valioso com assuntos não relacionados ao trabalho. A desvantagem é que você poderá prejudicar um pouco o clima organizacional com a falta de conversas sobre novidades e sobre o que anda acontecendo por aí, nesta época em que todo mundo fica sabendo e comentando de tudo, na hora dos acontecimentos, o que poderá deixar alguns de seus colaboradores insatisfeitos, podendo também prejudicar um pouco a atratividade da empresa.



Outra solução é deixar que eles acessem livremente esses sites e que se estabeleça na empresa uma cultura de responsabilidade e bom senso na navegação em redes sociais. No entanto é importante deixar claro que isso é muito difícil e o que acontecerá é que alguns até conseguirão administrar bem esta liberdade, mas outros não. Infelizmente bom senso não é “senso comum” e, por isso, corre-se o risco de muitos colaboradores não entenderem os limites desta liberdade e acabarem prejudicando seu desempenho na companhia. A vantagem é que a empresa provavelmente deixará os colaboradores felizes com esta decisão e, ainda, se for uma empresa onde a criatividade seja algo importante, este canal de comunicação aberto ajudará a criar um ambiente mais descontraído, sem tantas regras e limitações, o que poderá ajudar no poder criativo e produtivo de muitos deles. A questão nesse caso é saber os limites do uso e até onde as redes sociais podem ajudar ou atrapalhar no desempenho durante o dia de trabalho de cada cargo específico.



Outra maneira de abordar este problema é abrir o acesso em horários específicos como antes do início da jornada de trabalho, na hora do almoço e após o expediente. Esta também tem sido uma opção utilizada por várias empresas. A vantagem é que desta maneira a empresa consegue fazer com que os colaboradores fiquem focados no trabalho, mas também não se sintam totalmente “isolados do mundo digital”, pois podem acessar seus perfis nos horários permitidos pela empresa. Porém, como tudo tem seu lado bom e seu lado ruim, com este procedimento outras coisas podem acontecer, como por exemplo o excesso de horas extras que podem se acumular por causa do horário de saída tardio ou antecipado. Ou seja, o funcionário chega mais cedo ou sai mais tarde apenas para acessar suas redes sociais, e este período acaba sendo contabilizado como horário de trabalho. Nesse caso, é importante deixar claro a todos os colaboradores que eles serão pagos apenas pelas horas de trabalho e que, caso fiquem na empresa além do necessário para acessar esses sites, esse tempo não contará como horas de trabalho.



Por fim, outra opção é adicionar horários de pausa durante o expediente, compondo com a solução anterior, para aliviar o uso excessivo antes e depois do expediente, liberando o acesso apenas nesses momentos de descontração e relaxamento, algo em torno de 15 minutos por período. O horário da pausa é uma boa saída também para resolver outro problema, que é daqueles que fumam, pois ajuda a oferecer igualdade de período de relaxamento a todos os colaboradores, tanto aos que fumam quanto aos que não fumam, permitindo também o acesso aos sites de relacionamento nestes horários. Dessa forma, os colaboradores focam em suas tarefas e se programam para acessar suas redes sociais apenas nos períodos permitidos.



Esta é uma solução que tem dado certo em algumas empresas, mas é necessário que a gerência tenha muito controle sobre os acessos de cada um dos colaboradores para que eles não “burlem” os períodos permitidos. Uma saída é desenvolver um sistema automático para liberar o acesso apenas durante esses períodos. Nestes casos há de se tomar cuidado também com os navegadores que acessam o serviço nos horários permitidos, mas por permanecerem logados, continuam com estes acessos nos períodos não permitidos. O departamento de TI dessas empresas deverão estar atentos a esse detalhe.



Outra solução é criar uma política de acesso diferenciada por nível hierárquico ou por departamento. Para alguns departamentos, o acesso às redes sociais pode ser muito importante, enquanto para outros pode ser totalmente supérfluo e desnecessário. Imagina-se também que, quanto mais alto o nível hierárquico, maiores as responsabilidades deste colaborador e maior também pode ser sua liberdade de ação, bem como a possibilidade de acesso às notícias. Uma possibilidade é criar uma política que permita o acesso apenas para quem precisa ou para quem saberá usar com responsabilidade. Caso você decida utilizar esta forma, lembre que é muito importante ficar muito claro, para todos, os motivos que darão direito a uns e não darão direito a outros. Evite abrir para alguns colaboradores e fechar para outros do mesmo nível hierárquico ou do mesmo departamento, pois isso poderá gerar um sentimento de exclusão e desagregar o time.



Em resumo, essa nova realidade é um assunto que deve ser tratado com atenção, sabendo de antemão que não haverá um modelo perfeito que agrade totalmente tanto aos funcionários quanto à empresa. Em todos eles há prós e contras. O importante é que os gestores conheçam sua equipe, o estilo da sua empresa e o perfil dos funcionários, de modo a construir uma política alinhada com os dias de hoje e que seja adequada à empresa, equilibrando o clima organizacional, o rendimento dos colaboradores e os interesses da companhia.